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Tuesday, February 07, 2012

da vida gentil: segundos de menino na rua

o menino de uniforme escolar pergunta por que o violinista toca na rua; o pequeno corpo do menino conduzido pela mãe com precisão, o pescoço insistindo na direção do estridente que inundava também os meus ouvidos. páram no cruzamento.
- para ganhar dinheiro, responde a mãe.
o menino aceita: é desfeito o absurdo do cenário. há motivo e razão e, dessa feita, harmonia. ele atenta ao semáforo de pedestres e prepara o corpo para o impulso. atravessará à minha frente quando da luz verde, segurando obstinado sua mochila de rodinhas.

Sunday, March 27, 2011

breve ensaio sobre as estações (ii)

inverno


o inverno é o desafio à tranquilidade d'alma. é o tempo da lentidão e das intensas solidões todas em rotações por minuto sentidas. na europa, o inverno é o encontro consigo em xícaras de chá; nos trópicos, é chuva que encharca os destemidos e assusta os precavidos – a ambos angustia, e há todos os truques e práticas no anseio pela calmaria (eu, particularmente, sou adepta da queima de uma folha do ramo de palmeira bento, pedindo proteção à santa clara quando a tempestade desespera).

Thursday, March 24, 2011

breve ensaio sobre as estações (i)

verão

o verão nada mais é que a letargia. não; o verão é o êxtase, a catarse, a nudez em conforto porque quente. o verão não são gotas de suor; o verão é o sal que marca a roupa, é a boca seca e corpos que entre si deslizam no amalgamado de cheiro denso. o verão é a estação do sexo mais feroz e sensual, é a estação do vigor corporal que garante a tranqüilidade d'alma – porquanto não a contém.

Sunday, November 29, 2009

militância, política e moral(idade)

na sexta-feira (dia 27/11/09), fui ler a folha de são paulo, depois de ter dado a última aula de literatura do ano no cursinho popular do qual faço parte.
me deparei com uma página inteira destinada a um artigo de césar benjamin supostamente sobre um filme sobre lula, que deve ser lançado em breve (tinha ficado sabendo da existência do documentário naquele mesmo dia, também lendo o jornal). não sou do tipo que desconsidera a história de vida dos militantes, e tive pra mim o cesinha como um puta militante estudantil no final dos anos 1960 e durante os anos de chumbo da ditadura brasileira. sabia que ele tinha saído do PT e depois do PSOL, mas não sabia mais por onde andava, se continuava militando. gostei de ver seu nome (me traz alguma familiaridade, uma sensação de quentura, tenho certeza de que é porque quando li '1968: o ano que não terminou', de zuenir ventura, no auge de meus anseios revolucionários mais brutos em mente, alma e coração, o cesinha (ou o que o zuenir dizia dele) fazia meus olhos brilharem), e li o artigo numa sentada.

e confesso que fiquei atordoada. ler sobre prisões, tortura, sofrimento humano e situações-limite - ele relembra, dentre outras coisas o tempo que ficou preso em solitárias -, sempre me atormenta (foi quase um martírio ler 'brasil: nunca mais').

pra mim, é inegável que o artigo é de uma sensibilidade que comove, sem ser banal ou clichê. mas não direito por que me intriga perceber que o cerne da polêmica por ele levantada é se é verdade ou não que lula tentara abusar de um menino quando esteve preso. se for verdade, guardadas as devidas proporções, temos algo como o 'caso polanski brasileiro'. se não for, cabe pensar também duas coisas: a) ficou encrustrado na vida do então adolescente cesinha a história de deboche, a piada (ainda que de mal-gosto) do então pré-candidato petista, e, verdade ou não, a história atormentou o mais jovem, e tornou-se parte dele (não vou tratar de como discursos que remetem a traumas - além, é claro, dos própriso traumas - nos transformam, moldam, compõem); b) cesinha, que saiu do partido dos trabalhadores, foi para o partido socialismo e liberdade e posteriormente também com este rompeu, e taticamente escreveu esse texto como mais um elemento de uma campanha anti-lula. bem, é claro que essas duas hipóteses que levantei podem se embrenhar, e matizar as motivações que levam alguém a escrever um texto como esse. de qualquer modo, não estou aqui tentando investigar seu espírito e encontrar suas motivações mais profundas para a produção do artigo.

mas não dá pra não pensar em narrativas, em como narrativas fazem história (o que lula contou ou deixou de contar; o que cesinha ouviu do que foi dito ou não-dito) e são história (o que ele escreveu no artigo; a repercussão do artigo). não dá pra não pensar nos perigos e perversidades de elaborar o passado, de olhar para ele em retrospecto (e olhamos para ele deoutra maneira que não em retrospecto?). e na combinação entre as urgências de elaborar o passado em função do presente, articulado (também me parece que não tem como ser de outro modo) com vivências afloradas (quer também tidas em retrospecto - a lembrança de césar benjamin de estar preso; a lembrança da conversa com lula anos atrás; quer presente ainda pouco elaborado - a saída de cesinha do PT, e, posteriormente, do PSOL; quer prospectos - o final do mandato de lula, a possibilidade da continuidade de sua política após as eleições).

aí também não dá pra não pensar na tensão entre público e privado - e até onde vai o limite de exposição de intimidade e a politização da vida privada. se é verdade que o presidente da república tentou abusar de um menino na prisão, por que isso não veio à tona antes? estar na prisão também se configura num estado de exceção, tanto no que diz respeito às regras próprias de se estar lá, como à sociabilidade específica entre os presos. o que acontece por lá, morre lá? é passível de entrar no debate público e político, anos depois? e se não foi verdade, mas manipulação da história, ou, ainda, qualquer espécie de 'licença literária'? nesse sentido, o caso também se assemelha (embora sob espectros distintos) à tentativa de transformar em escândalo o envolvimento de dilma roussef no seqüestro político do embaixador americano, charles elbrick, também nos tempos de ditadura no brasil.

ah, os tempos de ditadura do brasil. o tempo em si já era um estado de exceção. e muito da discussão sobre o que o artigo de césar benjamin tomou um viés moral. como falar de moral e moralidades num tempo em que as pessoas eram torturadas, silenciadas e assassinadas por discordar da política nacional?

por fim, queria só deixar claro que não acho que seja irresponsabilidade política césar benjamin ter escrito o que escreveu. tampouco ingenuidade (os ex-petistas anti-lula sabem que é sutil ficar ou não perversamente mancomunados com os direitistas, não é possível que não saibam!). e eu também não tenho culhões pra acusar o benjamin de direitista nem de neoliberal - por tudo o que disse ali em cima, que, sinteticamente, tem a ver com a história do cara. e aos que argumentarem 'veja a história de vida e política de lula, e hoje ele é neoliberal', tenho minhas ressalvas. a coisa não é tão preto-no-branco assim. é claro que a política nacional tem alinhamento com a política neoliberal, mas daí a dizer que 'lula é neoliberal', chapado e desistoricizado assim, me incomoda, e não resolve o problema. antes de quaisquer acusações, gente, pelamordedeus: eu não sou lulista. a real é que eu queria entender a geração dos anos 70, dos anos 80, dos anos 90... e, bom, no fim das contas, o que fica é a angústia da e na esquerda. e a angústia de perceber que o problema de ser real ou não [a tentativa de abuso de lula pra cima do menino na prisão] vira quase secundário. ô se assusta, tudo isso.

Monday, July 13, 2009

'moscou', de eduardo coutinho (ou: orgulho de ser brasileira)

diretor e produtor sobem ao palco para apresentar seu filme, antes da exibição no festival de cinema de paulínia. enquanto o produtor faz os agradecimentos de praxe, o diretor ronda o palco, observa as marcações no chão, olha para o chão, olha para cima, põe as mãos nos bolsos, puxa as calças que caem, o claro paletó desalinhado contrastando com a calça escura (ou seria o contrário?).

dedica o filme a joão moreira salles, aquele que o salvou do convento - destinação correta, segundo o próprio coutinho, caso o documentário fracassasse antes mesmo de tomar corpo. moreira salles assiste a algumas cenas e profere a sentença: 'sim, há filme'. coutinho vê que sua carreira não será anunciada em obituário, e segue o conselho do amigo: faz um documentário longo, em fragmentos, e sem se preocupar em fazer entender a história da peça teatral a ser montada.

pois o argumento de coutinho é gravar o processo pelo qual passa o grupo galpão de teatro, quando aceitam o desafio de montar 'as tres meninas', de tchecov, em três semanas (ou um mês?). a sugestão de moreira salles não foi senão coroar aquela que, imagino, já era a intenção de coutinho, em parte justamente por se tratar de um documentário: não fazer uma livre adaptação da peça de tchekov, mas usá-la como linha condutora dos processos internos, externos, subjetivos e coletivos pelo qual passam o grupo de teatro e seus indivíduos no início de uma construção e desconstrução, como o diretor da peça de teatro diz no início do filme, de uma peça teatral.

além disso, basta lembrar de outro célebre documentário do diretor: jogo de cena. nele, coutinho consegue magistralmente mesclar memórias , fazer aflorá-las, compartilhá-las, e construir, a partir de fragmentos com um quê de realidade (i.e., as memórias alheias), as memórias de tantos personagens. em 'moscou', não se tem certeza de quem são as memórias escancaradas na tela - ainda que, por vezes, em black out. mas a origem das memórias não tem importância. o que importa é a generosidade do compartilhá-las, sem saber quão efêmeras ou quão encrustradas nos corpos alheios elas ficarão.

eduardo coutinho dá um drible na centralidade da noção de verdade, e com isso desafia nosso apego às nossas próprias noções - estanques, corretas e só nossas. ele propõe compartilhar as verdades, inventá-las, relembrar cheiros e recolori-los depois. pega emprestado uma das mais belas coisas do teatro e a põe no centro de seu belíssimo filme: a inventividade.

Sunday, November 09, 2008

Gentileza

Apagaram tudo
Pintaram tudo de cinza
A palavra no muro
Ficou coberta de tinta

Apagaram tudo
Pintaram tudo de cinza
Só ficou no muro
Tristeza e tinta fresca

Nós que passamos apressados
Pelas ruas da cidade
Merecemos ler as letras
E as palavras de Gentileza

Por isso eu pergunto
A você no mundo
Se é mais inteligente
O livro ou a sabedoria

O mundo é uma escola
A vida é o circo
Amor palavra que liberta
Já dizia o Profeta

Pois outro dia eu vi o clipe dessa música, Gentileza, da Marisa Monte, e resolvi procurar a história dela. Eu sempre gostei muito dessa música, sempre a achei de uma singeleza tal que me encantava. E depois que eu descobri a história dela e do que ela de fato trata, eu a escuto umas cinco vezes por dia, no mínimo. A história é muito bonita, e vou contá-la aqui.


Acontece que existia um moço, o José Datrino. Trabalhador, lutava pelo pão de cada dia no sustento dos filhos, juntou dinheiro e acumulou sua própria frota de caminhões, montou um pequeno negócio, começava a sentir-se dono de si, trabalhando, trabalhando, trabalhando no comércio. Essas histórias que comovem pela universalidade acreditada e respaldam o sonho americano de cidadania.


Datrino morava no Rio de Janeiro, e, em 1961, aconteceu um incêndio em um circo da cidade, e muitas crianças morreram queimadas, o circo foi totalmente destruído. A história causou comoção nacional. E José Datrino teve uma anunciação.


Alguns dias depois do trágico incidente do circo, José, sob a recomendação de “vozes astrais”, resolveu abandonar o mundo material, e dedicar-se somente ao mundo espiritual. Acampou no terreno do circo queimado por algum tempo, fez dele sua morada: plantou flores, instalou-se no local, e consolou os familiares da vítima da tragédia.


Perambulou por diversas cidades do país. Ensinou as pessoas a pedirem “por gentileza” e a dizer “agradecido”, porque gratidão não de obriga, gratidão é estado de graça. E gentileza não é favor, é ação genuína de bondade. Falava do amor e da paz, e de como Jesus, Pai e o Espírito Santo é que deviam ter o apreço dos cidadãos, e não o capitalismo, reino e corpo do diabo. Embora não tivesse relação com o Partido Comunista, foi levado à delegacia, durante a ditadura, para explicar a sigla PC no seu estandarte. Ele explicou: Pai Criador.


Além da delegacia e da prisão, o Profeta Gentileza, como ficou conhecido entre os cariocas, também passou por internações em hospitais. Conta-se que ouviu de um médico, no hospício, a pergunta gloriosa: se ele estava lá para que os médicos o ajudassem ou para ajudar os médicos.


Gentileza escreveu suas mensagens em grandes painéis em viadutos no Rio de Janeiro, com sua grafia inconfundível e seus termos que giravam em torno da máxima “Gentileza Gera Gentileza”.


Depois de sua morte, contudo, os painéis não tinham mais cuidados, e foram sendo degradados pelo tempo, até que amanhecem, um dia, cobertos de tinta cinza. Apagados. Foi então que se começou, encabeçado por um professor da Universidade Federal Fluminense, um movimento pela restauração da grande obra de Gentileza e seu tombamento como patrimônio cultural municipal. Foi nessa época, também, que Marisa Monte gravou a música em questão.


Os painéis foram restaurados e tombados como patrimônio cultural. O professor da UFF escreveu um livro sobre o Profeta, “Brasil: tempo de Gentileza”, e, como quando a gente dá a mão já levam o braço todo, inclusive a Coca-Cola criou uma campanha utilizando a grafia peculiar de Gentileza e sua célebre “Gentileza Gera Gentileza”.


Essa é a história, e quem se interessar pode ler mais aqui.


Agora, histórias como essa são um alívio pra mim, são sim. Não sei se vocês leram, mas há alguns posts atrás eu falei da angústia em sentir um mundo estritamente calculista, em que o pensamento e a ação são pautados por lógicas do cálculo custo-benefício, em que tudo é instrumento e nada mais é fim porque é. Nada mais é porque é. Tudo parecia ser para algo ou para alguma outra coisa. E descobrir Gentileza, assim como descobrir Estamira, por exemplo, me é um alívio. Porque me mostra outras possibilidades. Um universo, uma outra forma de explicar as ações, e outros porquês, ou, melhor, a ausência de porquês previamente estabelecidos e planejados para uma determinada ação. A ausência de estratégia, e a missão bem-sucedida – porque não há a possibilidade de falhar. O que há é história e desejo. Consciente de si.

Monday, July 28, 2008

Simplicidade harmoniosa (ou harmônica, faz sentir)

As letras de bossa nova são, em sua maioria e num primeiro momento, singelas. Algumas transbordam lugares-comuns, outras apontam para abordagens ingênuas de temas tão presentes nas canções, como o amor. O sorriso e a flor, por excelência, dominam o que se convencionou chamar de 'primeira fase' do movimento bossa nova: jovens de classe média que compunham bonitezas à beira-mar.

Tanta simplicidade, um quase-bucolismo, um neoarcadismo? Mas a bossa nova, aos poucos, deixa de ser só um 'ritmo' - as aspas são para amenizar o sentido do termo; 'ritmo' é o que menos poderia caracterizar a bossa nova. Mais correto seria, talvez, falar de estilo. Porque a bossa nova torna-se adjetivo e estilo de vida: há televisores, lava-louças, automóveis bossa nova. Tom Jobim (ou Vinicius de Moraes; posso estar confundindo), num dos vídeos que assisti na exposição '50 anos de bossa', diz que ouve num anúncio, na rádio, que há um 'pente bossa nova', e arremata, em inglês (o programa não era gravado no Brasil): "Isso não faz bem para a música..."
Por trás da simplicidade da bossa está o que é, então, um dos motivos - talvez o principal - do sucesso nacional do termoestilo bossa nova e que leva os Estados Unidos e a Europa à loucura: a harmonia das canções.

O que dá à bossa nova caráter extraordinário é a harmonia. A execução sutilmente sensível e livre da obra musical, que não deixa, porém, de ceder a improvisos, a vertigens, e culmina na subversão da métrica rítmica, na voz fluida e nos desembaraços extrapola as noções musicais de até então e proporciona o frisson e a novidade que a bossa nova engendra, representa e propõe. Subversão essa, convém lembrar, possível fundamentalmente por conta do profundo conhecimento de teoria musical e de composição por parte de alguns dos compositores-ícones do movimento.

E é justamente essa criação única - a partir de influências de música clássica, samba e jazz - na forma de tocar que desmente a aparente simplicidade da bossa nova. É lamentável que as músicas de protesto tenham sido, nos anos 60 e 70, consideradas antagônicas à bossa nova: a mudança é desejo e operação de ambas. Talvez as limitações (perdoem-me o possível escracho) tanto da bossa nova quanto da tropicália, por exemplo, encontrem seus limites na mal-sucedida fusão entre forma e conteúdo.

O fato de a excepcionalidade da bossa estar profudamente enraizada na harmonia (na forma de executar a música) demonstra a unicidade de cada apresentação e execução. Ainda que o próprio Tom Jobim toque e cante Garota de Ipanema milhares de vezes, cada toque e cada canto será único, por sutilezas nos movimentos do próprio intérprete e reinvenções constantes: experimentações no ato, inevitavelmente bem-sucedidas.

Finalmente, nem só de amor vive a bossa nova: ela é também a rosa de hiroshima e a marcha da quarta-feira de cinzas. Carcará, opinião. E - por que não? - o amor, o sorriso e a flor. A sentimentalidade e a política caminham juntas - coerentemente com um movimento tão potencial e verdadeiramente subversivo (ainda que a subversão não se dê em termos ortodoxos - o paradoxo aqui é proposital). Sem subordinações de tempos e períodos: cada um com sua grandeza, grandiosidade e profunda sensibilidade.

P.S.: Texto em suspensão e em processo de reavaliação, depois dos comentários do Lucas!

Sunday, May 18, 2008

Música do mundo

Vou-me embora desta terra
segunda-feira que vem

"Os músicos que recorrem ao poder mágico da palavra cantada para atrair as forças dos espíritos", segundo os hausa, um povo do norte da nigéria: Mawaca.
A banda reinterpreta músicas do mundo todo, e mostra pra gente. É bem legal.
Eu recomendo.

Friday, May 16, 2008

Vibe dos baianos e do livre

Abre a porta e a janela e vem ver o sol nascer

Por curiosidade, na Last.fm fui ver as tags mais populares para 'Novos Baianos - Preta, Pretinha'. Eis o resultado:

mpb, tropicalia, brazilian, brasil, samba, psychedelic, 70s, brazil, musica brasileira, experimental, novos baianos, musica popular brasileira, brazilian music, tropicália, choro, Bossa Nova, brasileira, World Music, suinge, Psychedelic Rock, rock, delicia, braziliantogettoknow, unamerican, cantor, vocal masculino, brazilian alternative, musica regional, just a bit of fun, novosbahianos, never gonna see live, charlie brown jr, flexstudio, mpbeousambadoidao, Boas Festas, Novos Bainos, capao, brasil samba rock, Paulinho Boca de Cantor, trem baum, vibe brasilidade, recomendo, rudiexplore, baianos, hippongagem, porreiro, baby consuelo, ronxi, alternative, Rock and Roll, Favorite, 60s, world, spanish, Recommended, sophisticated, kick-ass, Favoritos, Bossanova, Brasilian, South American, Bra, Brazilian Pop, tropical, brasileiro, 60, lesser known yet streamable artists, Bahia, far too good, lil brasil, lil best, cantora, anomia, melhor banda, latin

Eu acho o máximo esse lance de tag e brianstorm internético, sabe aquelas nuvenzinhas que ficam, em alguns sites, com várias palavras de vários tamanhos? Lembro da minha perplexidade quando vi pela primeira vez.

E já que o assunto é internet, outra coisa que tem me instigado muito são os softwares livres. Quero divulgar (embora este blog esteja longe de ser uma boa fonte de divulgação, rs) isso aqui, o Saravá.

Hm, vou escrever um texto sobre a vibe do livre. Amor livre, Curso Livre, conhecimento livre, podução livre...
Acho que tô me tornando uma entusiasta da internet. Vou ver se entro no rolê das tags.