Friday, August 25, 2006

A borboleta voou (como na cena do Patch Adams)

Shakespeare disse, já, que somos feitas das mesmas matérias de nossos sonhos.
Será que se a gente tiver um sonho bem denso e passível de realidade, a efemeridade da nossa vida diminui?

Efêmera assim, a vida.
Praticamente se desmancha no ar.

E quando você percebe que não vai mais poder conversar futilidades e amenidades com alguém, já é tarde demais pra ter vontade de fazer com que a pessoa sinta-se bem e saiba o carinho que vc tem por ela. Será?

Ainda assim, eu não compreendo. E ainda acho que é uma pena, e é triste.
Só espero que ela pense o contrário e esteja melhor agora.

4 comments:

Douglas said...

"tudo o que é sólido e estável se desmancha no ar..." Marx
Eu falaria um pouco da parte dos sonhos como elementos constitutivos, mas prefiro discutir pessoalmente, pra num parecer um comentário "esnobe"...hahahaa... Quanto ao meu texto, o Marcelo diria que é muito exercício de estilo... eu confesso que ele tb num eh dos meus preferidos (principalmente por estar atarrachado à oficina da cpfl)... mas infelizmente eu toh na minha fase 'blue', não à lá Picasso, mas meio pra baixo mesmo...rs... e a 'teoria mecanicista de poesia' ajuda bastante nessas horas... mas subexiste um prosador faceiro aqui dentro...hahahahaha... bjão! Cuide-se! Até breve...

Stella Polaris said...

Ah, eu gostaria muito que o 'anônimo' dos comentários do post anterior de identificasse. Gostei bastante da poesia, obrigada. :)

Tomaz said...

Ela com certeza está...

É quem será, quem será? Também estou curiosíssimo...

lu said...

eu não sei porque toda essa curiosidade de terceiros em cima da poesia que o anonimo fez pra ste (huhuhuhuhh)

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sobre o post agora mesmo

talvez td isso aqui nao passe de um casulo....