Monday, September 25, 2006

O mar e o sertão. Ou amar Lisbela.

Dizer que é amor às vezes é significante.
Às vezes, não.
Pode corresponder a dizer 'bom dia', e isso não precisa ser, necessariamente, coisa de tia. Ou coisa de quem mente. Ou exagera o sentimento, ou o que tem em mente.
Pode sentir que ama e não dizer, pode amar o sentir e não dizer! Porque a partir do momento em que diz e personifica, puf! a palavra vira pessoa e Pessoa que é amor é rara de encontrar. Pode atá existir várias Pessoas, mas algumas nem amam. Outras se amam. Outras ignoram.
Enfim, o dizer é por vezes desnecessário.

Parodiando o príncipe (muito estudado por mim nesse semestre!), o essencial é inexistente nas palavras.

3 comments:

Bruno said...

Parodiando a mim mesmo: As verdades verdadeiras não precisam ser ditas.

Douglas said...

O amor não é palavras... nem apenas provas como defenderam certos Titãs a um tempo atrás... O amor é algo que subexiste no inconsciente coletivo a fim de trazer harmonia a conurbação em êxtase, ponto tão fulgaz da vida dos seres humanos... Mas não é isso... o amor é algo que bom que vem de não se sabe onde, e faz um sei lá o quê, sendo assim algo muito incomum, mas que faz um bem danado...rs
bjs, até mais...

RicK said...

Post extremamente compreensívo, né? =P Mas é isso aí.